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A meditação é comprovadamente uma ferramenta para quem quer ter qualidade de vida e proteger o corpo de degenerações próprias da idade. Vencedora do prêmio Nobel de 2009, a bióloga molecular Elizabeth Blackburn resolveu pesquisar os efeitos da meditação. Levou um grupo de 30 voluntários para um retiro de três meses no centro de meditação Montanha Shambala, no norte do Colorado, nos Estados Unidos. Na volta, comparou-o com não praticantes. O resultado foi o aumento de 30% da atividade do telômero, proteína que envolve o DNA como uma cápsula.

Os telômeros diminuem a atividade e encurtam com o passar dos anos e com o estresse, provocando o envelhecimento do organismo. Quanto maior o encurtamento de suas estruturas, consequentemente são mais baixas as suas atividades.

Um outro estudo, promovido pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, foi realizado com 31 cuidadores de pessoas com demência. Estavam na faixa dos 60 anos. Receberam a missão de diariamente praticarem 12 minutos de meditação com mantras (Chanting) ao longo de oito semanas. Eles foram comparados com voluntários que durante esse período relaxavam, ouvindo música, 21 minutos por dia. Os praticantes de meditação tiveram um aumento de 43% das atividades dos telômeros. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: John Douillard
Síntese: Equipe Plenae