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Vamos supor que a medicina conseguisse descobrir os segredos da longevidade nos genes das pessoas com mais de 100 anos. Vencer a morte – ou adiá-la ao máximo possível – sempre foi objetivo dos cientistas. Vamos supor mais: que em um segundo momento fosse desenvolvida uma droga que desse a todos uma vida assim longa. Seria uma vitória da ciência, mas para os homens de fato valeria a pena?

Solidão, falta de recursos e de saúde para aproveitar os anos extras são apenas alguns dos pontos negativos que passam pela cabeça logo de saída. Geralmente, os supercentenários são notavelmente saudáveis até pouco antes da morte. Além disso, os pesquisadores costumam ver a longevidade como uma forma de prolongar o tempo de saúde. Seria então uma vida longa com qualidade.

Para Clarence Matthews, o homem mais velho dos Estados Unidos, vale a pena “sim” viver tanto. Entrevistado em sua casa em Indian Wells, na Califórnia, ele revelou que realmente ainda aproveitava a vida e que nunca tinha parado de aproveitar. Matthews não é o único. O americano James McCoubrey, de 110 anos, frequenta ainda ativamente salas de bate-papo para idosos fingindo ter apenas 70 anos. Outro supercentenário, Will Miles Clark, não raro, dirige mais de 1,4 mil quilômetros de Tucson até Denver, nos Estados Unidos, para participar de festas da família. Na mesma faixa etária, a americana Goldie Michelson continua sendo conhecida por ser uma ávida leitora de livros da biblioteca.

Então, todos devem aspirar viver mais de 110 anos? “Depende”, disse a filha da Goldie, de 86 anos, Renée, “de como você vive”. Esse, definitivamente, pode ser o segredo da vida em qualquer idade. Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Amy Harmon
Síntese: Equipe Plenae